sexta-feira, 25 de março de 2016

Música dos grandes mestres - As preferidas.



   Longe de 'Funks",  Rap´s ou Sertanejos universitários, ouvindo sons diversos e puros que só a natureza é capaz de ofertar, encontrei-me divagando sobre um tempo não tão distante, de acordes celestiais, sinfonias e árias inacreditavelmente belas.
     Refiro-me aos grandes mestres da música erudita e, é claro, as minhas preferidas.





VERDI -  com a Abertura de: A Força do Destino.
Poucos compositores revelaram personalidade mais surpreendente do que Verdi. Não seria de esperar que um tranquilo cavalheiro dedicado a vida agrícola fosse o autor das árias mais melodiosas e das óperas mais comoventes e famosas do mundo.

BEETHOVEN - Sinfonia Heroica.
Foi inspirada por Napoleão, a quem o compositor admirava como herói democrático. Napoleão coroando-se imperador, Beethoven arrancou seu nome da página, inscrevendo: "Sinfonia Heroica" em memória de um grande homem. Esta é a primeira das abaladoras explosões musicais de Beethoven.

STRAVINSKY - A Sagração da Primavera.
Creio que foi escrita em 1912. Essa música provocou um tumulto quando foi apresentada pela primeira vez. Entretanto, anos depois alcançava retumbante êxito. "Le Sacre du Printemps" escrita há quase 104 anos, continua uma das peças mais "modernas" do século XXI.

TCHAIKOWSKY - Sinfonia Patética.
Tchaikowsky disse uma vez que se orgulhava mais dessa sinfonia do que de qualquer outra de suas famosas obras. E tinha razões para isso. Como acontece com a maioria de suas obras, as melodias da "Patética" forma usadas como tema de canções modernas. Tchaikowsky pode ser considerado o mais popular compositor de música erudita. 

SCHUBERT - Sinfonia Inacabada.
Para muitos, assim como eu, essa será sempre a mais bela música que já se escreveu. Os puristas dizem que Schubert deixou a sinfonia inacabada porque nada mais lhe podia ser acrescentado. O que é mais incrível é que essa música tenha sido executada pela primeira vez 37 anos após a morte do compositor.

WAGNER - Prelúdio e Liebestod de Tristão e Isolda.
Essa duas composições gozam de velha popularidade e muita execução pelo mundo todo. São músicas de rara qualidade. Breves obras primas que produzem grande emoção e ao serem executadas adquirem vida e alma próprias.

MOZART - Sinfonia n° 40.
Esta é a mais amada sinfonia, a mais perfeita de Mozart, da qual Schubert disse que nela se podiam ouvir os anjos cantando. Íntima como música de câmara, a sinfonia tem a precisão de um minuete dançado em chão encerado. Não é de se espantar que seja uma das mais executadas no mundo todo.

E olhem que faltam O Concerto de Brandemburgo de Bach; a sinfonia Renana de Scumann; A Sinfonia Italiana de Mendelssohn; A Suíte para Ballet LesSylphides de Chopin; Valsas de Johann Strauss e por aí a fora.

Mas isso fica para outra ocasião.


Texto: AnalfaBlog
Comentários: AnalfaBlog





      

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