Longe de 'Funks", Rap´s ou Sertanejos universitários, ouvindo sons
diversos e puros que só a natureza é capaz de ofertar, encontrei-me
divagando sobre um tempo não tão distante, de acordes celestiais,
sinfonias e árias inacreditavelmente belas.
Refiro-me aos grandes mestres da música erudita e, é claro, as minhas preferidas.
VERDI - com a Abertura de: A Força do Destino.
Poucos
compositores revelaram personalidade mais surpreendente do que Verdi.
Não seria de esperar que um tranquilo cavalheiro dedicado a vida
agrícola fosse o autor das árias mais melodiosas e das óperas mais comoventes e famosas do mundo.
BEETHOVEN - Sinfonia Heroica.
Foi
inspirada por Napoleão, a quem o compositor admirava como herói
democrático. Napoleão coroando-se imperador, Beethoven arrancou seu nome
da página, inscrevendo: "Sinfonia Heroica" em memória de um grande
homem. Esta é a primeira das abaladoras explosões musicais de Beethoven.
STRAVINSKY - A Sagração da Primavera.
Creio
que foi escrita em 1912. Essa música provocou um tumulto quando foi
apresentada pela primeira vez. Entretanto, anos depois alcançava
retumbante êxito. "Le Sacre du Printemps" escrita há quase 104 anos,
continua uma das peças mais "modernas" do século XXI.
TCHAIKOWSKY - Sinfonia Patética.
Tchaikowsky
disse uma vez que se orgulhava mais dessa sinfonia do que de qualquer
outra de suas famosas obras. E tinha razões para isso. Como acontece com
a maioria de suas obras, as melodias da "Patética" forma usadas como
tema de canções modernas. Tchaikowsky pode ser considerado o mais popular compositor de música erudita.
SCHUBERT - Sinfonia Inacabada.
Para
muitos, assim como eu, essa será sempre a mais bela música que já se
escreveu. Os puristas dizem que Schubert deixou a sinfonia inacabada
porque nada mais lhe podia ser acrescentado. O que é mais incrível é que
essa música tenha sido executada pela primeira vez 37 anos após a morte
do compositor.
WAGNER - Prelúdio e Liebestod de Tristão e Isolda.
Essa
duas composições gozam de velha popularidade e muita execução pelo
mundo todo. São músicas de rara qualidade. Breves obras primas que
produzem grande emoção e ao serem executadas adquirem vida e alma
próprias.
MOZART - Sinfonia n° 40.
Esta
é a mais amada sinfonia, a mais perfeita de Mozart, da qual Schubert
disse que nela se podiam ouvir os anjos cantando. Íntima como música de
câmara, a sinfonia tem a precisão de um minuete dançado em chão
encerado. Não é de se espantar que seja uma das mais executadas no mundo
todo.
E olhem que faltam O Concerto de Brandemburgo de Bach; a sinfonia Renana de Scumann; A Sinfonia Italiana de Mendelssohn; A Suíte para Ballet LesSylphides de Chopin; Valsas de Johann Strauss e por aí a fora.
Mas isso fica para outra ocasião.
Texto: AnalfaBlog
Comentários: AnalfaBlog