quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Eleições 2018 - Et elegit cras erit determinare. (A escolha que determinará o amanhã.)











        B R A S I L                                       OU                                         B R A S I L

          
          Direita e esquerda já não basta para acomodar nossos dignos mandatários.
     Com uma incrível cara de pau, políticos sujos como breu aliados a candidatos sem nenhuma expressão ou mesmo preparo, virando as folhas de um passado não tão digno apresentam sua maior criação: O Centrão.
       Já começo a sentir saudade de quando eram só duas vertentes.
     Sempre penso que tanto a esquerda como a direita possuem em suas fileiras pessoas inteligentes e preparadas, mas o que me incomoda, talvez pela minha total incapacidade de compreender é o fato, no caso da esquerda, da ideologia ter-se transformado em idolatria.
    É por demais preocupante o rumo que as coisas estão tomando nos últimos anos, principalmente para quem acompanha os acontecimentos das ultimas quatro décadas acontecidos em países controlados por regimes totalitários e mantidos sob o manto da idolatria a líderes políticos ou religiosos.
    O que se vê é o surgimento de apenas duas classes sociais: A classe dos dirigentes e a classe dos indigentes, com o governo se sustentando no poder através de milicias, assassinatos, miséria, isolamento e barbáries de toda a especie.
    Tivemos, na historia recente - últimos cem anos - casos como a Albânia, a China em seu período mais negro, a União Soviética, o Vietnã do Norte, a Coreia do norte, e outros sem conta.
   O que mais espanta é a cegueira das pessoas, que insistem em não perceber que existe uma profunda relação entre todas as nações onde os regimes totalitários predominam. O que vemos de comum entre os regimes governados pela esquerda é... Nenhum deu certo ou mesmo prosperou a não ser para seus mandatários.
     Dito isso fica mais claro a preocupação com idolatrias no brasil.
     Vejamos nossa situação em particular: 
   Temos de um lado uma pseudo direita ou uma esquerda maquiada, como desejarem, apresentando candidatos por demais "manjados" com seus passados questionáveis e sem qualquer possibilidade de futuro político, e por outro lado uma esquerda apresentando um prisioneiro inelegível como homem forte de seu Staff, forçando a barra a limites absurdos a margem da própria lei.
   Grande parte da população não aceita o ídolo com pés de barro e mãos de carvão ofertado pelo partido da esquerda.
   Vendo desabar por terra sua estrategia de eleger um presidiário o partido oferece, tipo mercadoria de camelô, um candidato que em um pleito recente perdeu até para os votos brancos e nulos.
  É um show de mentiras, fraudes, desvios maracutaias, enfim nada parece abalar o candidato apresentado por uma nova vertente política que promete ir de encontro aos mais profundos anseios da população e coloca em xeque a sobrevivência de um esquema muito bem articulado de perpetuação no poder.
    Bem esperemos o resultado das - nem tanto confiáveis quanto ao funcionamento - urnas eletrônicas para sabermos o que vai ser desse nosso amado pais.

Texto: Analfablog
Comentários: Paulo Reis
Revisão: Sandra Fernandes

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Eleições 2018... A Grande Polarização.



        
       Parece-me impróprio divagar, nessa altura do jogo, sobre esquerda-direita ou mesmo o centrão, recentemente formado e contendo em seu bojo algumas velhas e conhecidas figuras de nefasta lembrança. 
      Então falar o que sobre o pleito que se avizinha? Sobre o novo, é claro. 
      Não é sobre política mas sobre esse fenômeno político/eleitoral chamado Jair Messias Bolsonaro. 
        O que está tornando-se mais claro dia a dia é que não é apenas o Lulo-Petismo e a esquerdopatia, segundo os mais críticos, formada por PCdoB, PT, PSol, PSTU, Rede e outros que está trabalhando de modo histérico a figura de Jair Bolsonaro, para isso basta acompanharmos os pronunciamentos dos últimos dias de alguns candidatos, ou alguns dos programas veiculados e vamos perceber que gente que nem é da esquerda está batendo forte em Bolsonaro, com Geraldo Alckmin despontando como o mais ferrenho atacante.
Geraldo Alckmin está, segundo as pesquisas mais recentes, em terceiro lugar, atras de Marina silva e Bolsonaro, deixando clara sua intenção de ir para segundo turno contra alguém da esquerda, tomando o lugar de Bolsonaro.
          Realmente há uma histeria em relação a Jair Bolsonaro. A classe política não mede esforços para apresenta-lo como um ser do mal. 
            Ora, todos sabemos que o elemento do mal está preso em Curitiba, e por sinal é o líder do PT e de toda uma esquerda que sem saída parece-me caminhar para o precipício junto com ele. 
          Não sou eu que o condena, mas a justiça, o poder judiciário, que repetidas vezes já demostrou sua culpabilidade assim como os crimes cometidos, sem falar de outros que ainda não foram julgados e cujos processos correm em suas respectivas varas.
           Ai me pergunto: Como pode um sujeito que tem sua vida devassada, suas contas escancaradas, sua trajetória pessoal e política exposta e nada encontrado, nem mesmo uma agulha, pode ser o demônio que vai acabar com o Brasil?
         Jair Bolsonaro mostra-se incansável no combate a corrupção e seus mantenedores, ao inchaço de ministérios e seus apaniguados e ainda vai alavancar e dar apoio a lava-jato.
         Com a lava-jato forte praticamente quase todos os candidatos correm em maior ou menor escala algum risco, tendo alguns o risco efetivo de prisão o que transforma o desespero em quase pânico.      
       Essa gente que está alojada no Psdb, PP, MDB, PT, e mesmo no governo Michel Temer tem razões de sobra para temer a vitória de Jair Bolsonaro porque ele vai escudar a lava-jato e com isso desmorona todo esse andar de cima, antes intocável.
       Essa vitória e seus posteriores desdobramentos pode garantir uma oxigenação das forças atuantes chegando mesmo aos antes intocáveis ministros de tribunais, e então talvez aí encontremos respostas para as atitudes de alguns dos egrégios senhores que compõem essas cortes supremas.
       Um candidato que contemple o estrangulamento da inflação, o fim dos paraísos fiscais, o fim do desemprego através do livre mercado e incentivos ao crescimento empresarial, retomada dos valores familiares, amor à pátria... é o mal? 
      E o outro lado que conduziu o Brasil ao seu mais profundo poço de desespero, inflação, desgraças e a mais terrível recessão da história recente, menos 9.5/% do PIB em 2015/2016, uma inflação descontrolada, um desemprego de 11 Milhões de brasileiros são o lado do bem?
      Senhores e senhoras... acabo de descobrir que sou do mal.

Comentários: AnalfaBlog



Postagem destaque do Mês.

O Brasil que eu tanto quero.

                      É manhã de quase primavera e realmente parece que o dia promete ser lindo, um ímpar presente da natureza para...