Vendedores de Ilusões.
A cada quatro anos, seja em nossa terra ou em qualquer cidade do Brasil
temos diante de nós, sorridentes, afoitos, amáveis e falantes
vendedores de ilusões, ou como são chamados pelo Tribunal Eleitoral: Os
candidatos.
Eles são muitos e das mais variadas espécies possíveis e imagináveis, então para facilitar resolvi selecioná-los.
Eles são muitos e das mais variadas espécies possíveis e imagináveis, então para facilitar resolvi selecioná-los.
- Os Recandidatos: São políticos de carreira em fim de seus mandatos, e alguns no afã de manter-se em seus cargos vem novamente a público prometer lutar por isso e aquilo, e assim tentar convencer o eleitor de que vai fazer e acontecer como se os quatro anos anteriores em que esteve no cargo, e nada de proveitoso foi feito fossem parte de um passado distante e já esquecido.
- Os Aventuratos: São candidatos modelo aventura, com o perfil de quem não tem nada a perder, mas se ganharem tudo é lucro.
- Os Ideolatos: São criaturas movidas a ideologias partidárias, geralmente de boa índole mas com idéias pré-fabricadas sem nenhuma possibilidade de aplicação prática nos tempos atuais, enfim inúteis mas ótimos para angariar votos para os partidos em que estão alocados.
- Os Analfanatos: São geralmente pessoas de boa fé e intenções corretas mas sem qualquer chance de exercer um mandato proveitoso ou mesmo coerente, desconhecendo os mínimos trâmites políticos seja o regimento interno de uma câmara de vereadores ou um código de posturas, enfim são incapazes de legislar simplesmente por não saber o que fazer.
Vejo candidatos vindo à televisão prometendo lutar pela educação,
segurança e saúde sendo que a imensa maioria não tem sequer idéia do que
é lutar... por onde começar...o que fazer... ou quais são as mazelas
que afligem a educação ou a saúde de sua cidade.
Como prover melhorias na segurança pública se nem mesmo sabem que a mesma é da competência do governo do Estado, enquanto a saúde, hospitais e pronto socorros geralmente são geridos através de parcerias entre prefeituras e universidades com verbas particionadas entre Estado/União/Municípios.
Assisto pasmo a candidatos valendo-se da profissão que exercem ou de alcunhas como: fulano encanador- para um futuro sem dor, ou Beltrano açougueiro - pra valorizar o seu dinheiro ou então Cicrano palhaço - a política sem embaraço, enfim, todo o tipo de artimanhas para tentar um lugar ao sol.
Sabe-se bem que é direito de todo o cidadão brasileiro nato tentar um cargo político eletivo, e não se está contestando o direito, apenas salientando-se a forma como é ofertado.
O gestor moderno precisa possuir muito mais do que o desejo de querer trabalhar por sua cidade, deve estar capacitado para compreender o funcionamento da máquina pública, e além disso, demosntrar eficiência à frente de equações e problemas nem sempre de fácil solução.
Vai ter que lidar com eficiência com problemas de avaliações no controle interno central de gestão, ausência ou fragilidade de controles patrimoniais, de movimentação de materiais, de almoxarifados, de aquisição de merendas e materiais escolares, estoque de medicamentos, manutenção de veículos da frota, e treinamento de servidores, e isso só pra exemplificar de forma simplista o mínimo das tarefas de um gestor municipal, ou das atividades exercidas pelo paço municipal a serem acompanhadas na câmara de vereadores através dos seus integrantes.
As consequências dos problemas originados durante a gestão costumam ter reflexos na vida pública dos responsáveis por administrar os municípios, não sendo raro ex-prefeitos perderem seus direito políticos assim como serem condenados por atos praticados em sua gestão.
Isso deve-se geralmente a acordos pré-campanhas, o chamado loteamento de cargos, nem sempre ocupados posteriormente por pessoas com o devido conhecimento ou competência.
O Gestor sério programa seu governo detalhadamente antes do lançamento de sua campanha, reconhecendo quem pode, ao seu lado, demonstrar eficiência á frente de engrenagens da máquina pública nem sempre tão simples, tendo especial cuidado com pressões, remendos, influências ou negociatas vindas de caciques políticos, mestres em conchavos e maracutaias.
Ainda tem dúvidas em quem votar?
Sugiro uma olhadinha no site www.tce.rs.gov.br, onde existe um levantamento realizado pelo tribunal de contas do Estado que aponta as falhas administrativas mais comuns cometidas por gestores municipais e serve tanto a quem pensa em pedir o seu voto como aos eleitores preocupados com o nome a ser digitado na urna.
Como prover melhorias na segurança pública se nem mesmo sabem que a mesma é da competência do governo do Estado, enquanto a saúde, hospitais e pronto socorros geralmente são geridos através de parcerias entre prefeituras e universidades com verbas particionadas entre Estado/União/Municípios.
Assisto pasmo a candidatos valendo-se da profissão que exercem ou de alcunhas como: fulano encanador- para um futuro sem dor, ou Beltrano açougueiro - pra valorizar o seu dinheiro ou então Cicrano palhaço - a política sem embaraço, enfim, todo o tipo de artimanhas para tentar um lugar ao sol.
Sabe-se bem que é direito de todo o cidadão brasileiro nato tentar um cargo político eletivo, e não se está contestando o direito, apenas salientando-se a forma como é ofertado.
O gestor moderno precisa possuir muito mais do que o desejo de querer trabalhar por sua cidade, deve estar capacitado para compreender o funcionamento da máquina pública, e além disso, demosntrar eficiência à frente de equações e problemas nem sempre de fácil solução.
Vai ter que lidar com eficiência com problemas de avaliações no controle interno central de gestão, ausência ou fragilidade de controles patrimoniais, de movimentação de materiais, de almoxarifados, de aquisição de merendas e materiais escolares, estoque de medicamentos, manutenção de veículos da frota, e treinamento de servidores, e isso só pra exemplificar de forma simplista o mínimo das tarefas de um gestor municipal, ou das atividades exercidas pelo paço municipal a serem acompanhadas na câmara de vereadores através dos seus integrantes.
As consequências dos problemas originados durante a gestão costumam ter reflexos na vida pública dos responsáveis por administrar os municípios, não sendo raro ex-prefeitos perderem seus direito políticos assim como serem condenados por atos praticados em sua gestão.
Isso deve-se geralmente a acordos pré-campanhas, o chamado loteamento de cargos, nem sempre ocupados posteriormente por pessoas com o devido conhecimento ou competência.
O Gestor sério programa seu governo detalhadamente antes do lançamento de sua campanha, reconhecendo quem pode, ao seu lado, demonstrar eficiência á frente de engrenagens da máquina pública nem sempre tão simples, tendo especial cuidado com pressões, remendos, influências ou negociatas vindas de caciques políticos, mestres em conchavos e maracutaias.
Ainda tem dúvidas em quem votar?
Sugiro uma olhadinha no site www.tce.rs.gov.br, onde existe um levantamento realizado pelo tribunal de contas do Estado que aponta as falhas administrativas mais comuns cometidas por gestores municipais e serve tanto a quem pensa em pedir o seu voto como aos eleitores preocupados com o nome a ser digitado na urna.
Um simples questionamento retirado do relatório pode mostrar o
candidato que, de fato sabe o que é conduzir um município, e quem está
bonitinho nos panfletos e bem falante nas promessas mas é apenas um
VENDEDOR DE ILUSÕES.
Texto: AnalfaBlog
Comentários: AnalfaBlog
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