Vocês com toda certeza já foram bombardeados, por todos os lados com
artigos em sites, blogs, revistas ou mesmo assistiram em telejornais o
rompimento da barragem em Mariana/MG. Em todos os casos o que se vê é a
ressonante preocupação com valores, custo e multas, enquanto o que
realmente é preocupante é o terrível impacto ambiental e suas
consequências.
Mas afinal... O que aconteceu?... Porque aconteceu?... Como deixaram que acontecesse?
Vamos aos fatos!
A Samarco é uma joint venture onde a Vale do Rio Doce possui 50% do
capital. Já a Vale do Rio Doce tem o Governo Federal como seu maior
acionista. Logicamente, então, a maior responsável financeira e de
reconstrução passa a ser Dilma Rousseff. Talvez seja por isso que tenha
demorado tanto tempo a visitar o local.
No Wikipedia
consta: O principal acionista da Vale é a União, através do BNDES,
participações de fundos de previdência de suas estatais e de
participação direta, que detêm a maioria das ações da Vale.
Quem controla a Valepar é a Previ. Quem nomeia os diretores da Vale é a
Valepar. Quem nomeia os diretores da Previ é o Banco do Brasil. Quem
nomeia os diretores do Banco do Brasil é Dilma.
Em 2013, o
governo de Dilma Rousseff, criou à Agência Nacional de Mineração, que
pelo jeito foi só mais uma agência reguladora para criar mais cabides de
emprego, pois fiscalizar e normatizar, dá muito trabalho, e foi o que
não fizeram. E se pesquisarmos mais a fundo,saberemos que a VALE na
verdade,nunca foi privatizada, o que houve foi um acordão de FHC e os
atuais mandantes do país.
Resumindo,a Vale é dona de 50%
da Samarco. O Governo Federal é dono de 49,8% da Vale. Quem é o maior
responsável pela tragédia? O atual presidente da Vale, sr Murilo
Ferreira, foi fincado lá pela Dilma Rousseff através da influência dos
fundos de pensão. O presidente da empresa é da cota pessoal dela, logo
quem manda ali é ela. Ela não sossegou enquanto não tirou o Roger
Agnelli que era e de fato competente. A Vale hoje é usada politicamente
como a Petrobras.
De um modo geral o efeito obtido no
caso de Mariana é o de banalização de uma matança e de um crime
ambiental histórico. Como não houve chuvas, inventa-se um terremoto. A
morte indescritível de moradores e a destruição de suas vidas e sonhos
por uma empresa ganham, no máximo, uma cobertura de 20 segundos em
jornal local, sem entrar no âmago da questão. Samarco é uma denominação
jurídica, formada por grupos poderosos e esses formados por "pessoas",
com o domínio do poder seja através do capital especulativo ou da força
política que detém, manipulam e dominam.
A mídia trata o
caso, em especial a Rede Globo de televisão e jornalismo, com cuidados
extremos, escolhendo criteriosamente o que falar ou divulgar para não
chegar a instâncias superiores e desnudar "O Rei", agindo como se
fizesse parte do sistema ser soterrado por uma lama tóxica enquanto se
escuta a novela das oito.

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